Corinthians: Preto no Branco


Antônio Fagundes e o Timão…
fevereiro 29, 2008, 8:40 am
Filed under: Uncategorized

 O texto a seguir foi lido pelo grande ator e grande corinthiano Antônio Fagundes, na TV Globo, na conquista do título paulista de 1988. O vídeo pode ser visualizado no memorial do Corinthians, no Parque São Jorge. Encontra-se nas telas pequenas que se misturam com as fotos, na galeria perto dos troféus. Vale a pena conferir. O ator declama a poesia vestido com o manto sagrado.

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“Se você olhar bem direito o distintivo do Corinthians, vai descobrir dois remos e uma âncora. A âncora é o símbolo da esperança. Os remos somos nós, os torcedores corinthianos. Porque o torcedor corinthiano não tem pressa. Pode ficar vinte anos na espera.

Nossa esperança é de aço, nossa esperança é eterna. O torcedor corinthiano não cansa, sempre rema, a favor ou contra a corrente, jamais abandona o barco. É nisso que ele é melhor, é nisso que ele é valente.

No distintivo do Corinthians há uma bandeira. Olhem bem, a bandeira está aberta. O torcedor corinthiano tem tanta esperança, e rema tanto, que jamais enrola a bandeira,enquanto a bola rola em campo. Porque o torcedor corinthiano sabe, e se a bola tem coração, na hora da decisão, ela também é corinthiana.”


3 Comentários so far
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oi larissa realmente você tem razão é um texto que nos arrepia não existe time no mundo que desperta o que o corinthians nos faz sentir e em cima do que o fagundes diz eu acrescento não somos nós que escolhemos o corinthians é corinthians que nos escolhe para sermos seus torcedores e honrar seu nome até os ultimos dias de nossas vidas saudações corinthianas “eu te amo muito corinthians”

Comentário por drigues

Oi Larissa!
Sou ator, e atualmente estou apresentando o monólogo MURO DE ARRIMO, de Carlos Q. Telles, grande sucesso do Antonio Fagundes (LUCAS, o pedreiro conrintiano na copa de 74). Gostaria de enviar fotos, e matéria ao Ator sobre meu trabalho.
Qualquer coisa responda-me

Comentário por Zé Francisco

Corinthians, O Campeão
dos Campeões

Vê bem, gente, não há definição, este
É o Corinthians, aqueles outros também.
Vê bem como este contra aquele investe
Como as saudades com as visões do além.

Vê bem como se comparam os jogadores
Que se querem confundir, mas visualmente;
São corações distintos pelos amores,
Muito no passado e sempre no presente.

É um simulacro só, que as cores opostas
Destes Corinthians não rimam com a sorte;
Elas convergem para as apostas,
Nas previsões dos críticos do esporte.

Para o futebol estrela soberano,
Que no solo brasílio tem o paço;
O Corinthians nasceu humano,
Porque, afinal, é filho de um abraço!

Olha esta camisa, que é bela proeza;
Posta em branco, é vista com emoção.
Da por visto o alvinegro da beleza
Que na história é sinônimo de nação.

Aquela outra parece fantástica muito,
No entanto, é também manto, negrura.
É direito o contraste em intuito,
Preto no branco, singela pintura.

Que magia, extraordinária, imensa,
Que magia, mas que desconforme.
Estes Corinthians são estrelas suspensas,
Nos campos desta cidade brutalmente enormes.

São vários Corinthians num só, gente,
Que muitas vezes juntos notamos.
São vários Corinthians sempre presentes,
Pra mim, pra ti, pra nós que os amamos.
Wilians

Comentário por Wilians Batista Oliveira




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