Corinthians: Preto no Branco


Sobre Mudanças no Estatuto
fevereiro 29, 2008, 3:47 am
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O novo estatuto do Corinthians deve passar pelo primeiro estágio de sua aprovação nesta quinta-feira, data em que o Conselho de Orientação do clube se reúne para analisar a proposta para os novos regulamentos internos.
Entre muitas mudanças, as principais estão no comando do clube e na composição do Conselho Deliberativo. A proposta reduz o número de conselheiros de 400 para 300,
Presidido por Antonio Roque Citadini, o Cori não deve impor empecilhos ao novo estatuto. Isso porque alguns dos membros da comissão formada para elaborar as novas diretrizes alvinegra também participam do Cori.

Além disso, outros integrantes do conselho já se manifestaram de maneira favorável à proposta. Com isso, se a expectativa da comissão se confirmar, o novo estatuto será aprovado no Cori e depois enviado ao Conselho Deliberativo no dia 11 de março, como já está pré-agendado, para também ser votado.

dos quais 200 serão eleitos pelos sócios. Atualmente, o quadro associativo escolhe cem. A idéia é diminuir o número de conselheiros vitalícios, que são indicados, de 200 para cem.

O tempo do mandato dos membros eleitos do conselho também será reduzido, de acordo com o novo estatuto: de quatro para três anos, assim como acontece com o presidente do clube. Este, inclusive, não poderá mais ser reeleito.

Fonte: UOL

Mais uma da série: Sugestões que não serão levadas a sério…

***
Um estatuto moderno, teria alguns itens do gênero:
1) Presidente teria mandato de 3 anos, com direito a uma reeleição consecutiva.
Ou seja, o sujeito iria trabalhar para continuar no cargo.

2) Depois do segundo mandato, outro deveria ocupar o cargo.

3) Depois desse período fora do comando, um antigo presidente poderia se
candidatar. É o que ocorre na presidência de boa parte dos países ocidentais,
inclusive no Brasil.

4) Todos os sócios com mais de um ano de participação, em dia com os pagamentos,
deveriam ser habilitados a votar.

5) O candidato a presidente poderia ser qualquer um com no mínimo 5 anos de
associação, mesmo que não pertença ao Conselho.

6) O Conselho deveria ter os tais 400 membros. Menos, somente facilita o
controle dos mafiosos.

7) O Conselho deveria ter função fiscalizadora, basicamente, como os Congressos
Nacionais, podendo convocar o presidente e diretores a prestar esclarecimentos.

8) O Conselho poderia destituir o presidente, em caso de comprovação de graves
ilícitos. Em seguida, convocaria novas eleições.

9) Todos os conselheiros deveriam ser eleitos por votação. Exceto ex-presidentes
que não tenham sido destituídos do cargo por malversação de recursos e
administração temerária.

10) Fim da indicação de vitalícios. Fim da farra.


1 Comentário so far
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Pois é.

Comentário por Paulo (Shadow)




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