Corinthians: Preto no Branco


Estádio, de novo…
março 22, 2008, 3:50 am
Filed under: Uncategorized
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Uma das empresas que lideram a disputa para construção do sonhado estádio do Corinthians, a Egesa Engenharia S.A. foi condenada, juntamente com mais dois funcionários públicos, a devolver R$16 milhões aos cofres públicos por causa de indícios de superfaturamento em rodovia de Tocantins.

A informação foi publicada nesta sexta-feira pelo Jornal da Tarde.

Surpreendido com a notícia, o vice-presidente jurídico do Corinthians, Sérgio Alvarenga, tentou minimizar o fato, mas admitiu que o negócio terá que ser revisto.

“Temos que tomar cuidado porque hoje em dia quase todas as grandes empresas sofrem processos por conta das leis e mais leis que são criadas. Não podemos colocar no mesmo patamar a Egesa, que tem sede e presidente conhecidos e a MSI, que ninguém sabia onde ficava”, disse Alvarenga ao JT.

Procurada pelo jornal, a Egesa não quis se pronunciar. Na Justiça, a construtora alega que a estrada custou mais do que o previsto, pois houve crescimento no preço de tabela de alguns serviços utilizados na obra.

Nota do blog do Juca: adivinhe quem apresentou a empresa ao Corinthians. Se suares para descobrir é porque desconheces as coisas do clube.
E adivinhe por que a comissão formada para estudar o projeto do estádio, composta por gente séria, achou melhor se dissolver.

Segue a reportagem completa:

Tribunal condena parceira do Timão

A Egesa, uma das empresas que deverá erguer a arena corintiana, foi punida pelo Tribunal de Contas da União por superfaturamento Marcel Rizzo, marcel.rizzo@grupoestado.com.brA Egesa Engenharia S.A., uma das empresas que assinou a carta de intenção para a construção do estádio do Corinthians, foi condenada no dia 3 de março pelo Tribunal de Contas da União, em conjunto com dois ex-funcionários públicos, a devolver aos cofres federais mais de R$ 16 milhões. Motivo: indícios de superfaturamento na construção de trecho de estrada no Estado do Tocantins.

A condenação do possível parceiro pegou de surpresa a diretoria corintiana. O vice-presidente jurídico, Sérgio Alvarenga, admitiu que a negociação terá agora de ser analisada com cuidado por causa da traumatizante parceria com a MSI.

A assinatura do contrato entre o Timão e o consórcio firmado entre Egesa e Seebla, ambas de Minas Gerais, depende do aval do Conselho Deliberativo do clube, em reunião ainda sem data marcada. Por enquanto foi firmado um documento de prioridade, com validade até 30 de abril, data em que as empresas precisam apresentar o terreno e a carta de crédito para iniciar a obra. Depois da condenação da Egesa, a diretoria vai sofrer pressão da oposição para que a proposta nem seja colocada em votação.

Oposição vai agir

Se houver o encontro do Conselho para votar o projeto, conselheiros contrários ao projeto prometem apresentar esta e outras denúncias contra a empresa. Serão focados dois casos, fora a condenação de Tocantins: citação da empresa na denúncia do “mensalão mineiro”, pela Procuradoria-Geral da República, e investigação do Ministério Público Federal sobre caso de crime contra o sistema financeiro em Goiás. “Temos que tomar cuidado, porque hoje em dia quase todas as grandes empresas sofrem processos, por conta de leis e mais leis que são criadas. Não podemos colocar no mesmo patamar a Egesa, que tem sede e presidente conhecidos, e a MSI, que ninguém sabia onde ficava”, ponderou o vice-presidente jurídico do Corinthians, Sérgio Alvarenga. “Mas é lógico que é um caso que precisamos analisar com cuidado. Houve trauma do problema com a MSI, com certeza.”No caso de Tocantins, o TCU entendeu que houve sobrepreço de 21,96% do valor do contrato. Ao lado do ex-secretário de Infra-estrutura do governo do Tocantins José Edimar Brito Miranda e do ex-diretor do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER), atual Dnit (Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes), Genésio Bernardino de Souza, a construtora é acusada de superfaturamento de trecho da construção da BR-230 entre as cidades de Aguiarnópolis e Luizinópolis.

A investigação começou em 2000 e o valor total a ser devolvido é de R$ 16.861.190,44. Além disso, a empresa e os outros condenados precisarão pagar multa de R$ 50 mil, em até 15 dias a partir da notificação do resultado, para comprovação do recolhimento da dívida ao Tesouro Nacional. O TCU também pediu ao Dnit o cancelamento dos pagamentos para a empresa. Cabe recurso para todos.

A assessoria de imprensa do Corinthians disse que o presidente Andres Sanches desconhece a condenação e as acusações contra a empresa. O vice Heleno Maluf, que coordena o projeto com o consórcio, não foi encontrado para comentar o caso.

A Egesa foi procurada, mas não enviou resposta até o fechamento da edição.

Nota da Larissa: Triste e Incrível como esperaram meses até sacar a natureza dos tais parceiros.
Esse estádio do Timão ainda vai causar a Terceira Guerra Mundial.
Salve o Corinthians!
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1 Comentário so far
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Políticos e Dirigentes do Corinthians: so sacaneam o povo!!

Comentário por Gustavo




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