Corinthians: Preto no Branco


Por Que Somos Fiéis? O Santo Que Nos Inspirou.
março 22, 2008, 4:03 am
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Hoje, Sexta-Feira da Paixão, vale um esclarecimento histórico.
Por que nossa nação é a Fiel?

Que se saiba!

Nosso querido São Jorge nasceu na Capadócia, região atualmente pertencente à Turquia. Seu pai morreu numa batalha e ele mudou-se com a mãe para a Palestina.

Jorge foi bem educado e, na adolescência, entrou para o exército. Em pouco tempo, foi promovido a capitão da arma romana. Era dedicado, justo e hábil. Aos 23 anos, tornou-se tribuno militar, em Roma. Pouco depois, sua mãe faleceu, deixando-lhe inúmeros bens.

Nessa época, Jorge percebeu a enorme crueldade com que tratavam os cristãos. Assim, num plano de conversão, distribuiu aos pobres toda sua riqueza. Nessa época, o imperador Diocleciano planejava matar todos os cristãos.

No dia marcado para confirmar o decreto imperial, Jorge ergueu-se e contestou a decisão.

Todos ficaram surpresos, pois um membro da suprema corte romana defendia os pobres e a fé em Jesus Cristo. Indagado sobre aquela ousadia, revelou sua fé cristã.

Jorge foi detido e para que desistisse de sua fé, foi torturado de vários modos. E, após cada tortura, era levado ao imperador, que lhe perguntava se renegaria Jesus.

Jorge reafirmava sua fé, para espanto de todos. Jamais desistia.

Sua persistência foi tão impressionante que a mulher do imperador se converteu ao cristianismo.

Finalmente, sem êxito, Diocleciano o fez degolar, em 23 de Abril, de 303, na Ásia Menor. Mais tarde, o imperador cristão Constantino mandou construir em Lida (antiga Dióspolis) um oratório para a devoção ao santo.

A fidelidade do santo à sua causa, o “nunca desistir”, acabaram por gerar a denominação FIEL para a torcida corinthiana.

São Jorge tornou-se um dos santos mais populares do credo católico, mas seria “rebaixado” numa tentativa de revisão do Vaticano.

Nessa época, foi fundamental a intervenção do Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, corinthiano fiel, ele também um defensor dos pobres e da liberdade, grande batalhador pela democracia e opositor da Ditadura Militar.

Dom Paulo pegou um avião e foi a Roma, munido de inúmeros documentos. Num encontro com o Papa, tentou mostrar que se cometia um erro enorme.

Como rebaixar um santo que era padroeiro da Inglaterra e também de milhões de brasileiros? Em sua defesa, Dom Paulo mostrou como São Jorge animava a fé de muitos brasileiros simples, trabalhadores, unidos na paixão pelo clube dos operários, o Sport Club Corinthians Paulista.

Os argumentos comoveram o Papa que autorizou a veneração ao santo. Assim, lá da Lua, após matar o dragão da maldade, o santo guerreiro permaneceu graduado, patrono e defensor do fiéis, dos que nunca desistem, do povo corinthiano.

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