Corinthians: Preto no Branco


Herrera: “Estou me sentindo ameaçado”
setembro 1, 2008, 7:01 pm
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Xenofobia é a aversão às pessoas ou coisas estrangeiras. E, segundo o argentino Herrera, camisa 17 do  Timão, é um obstáculo maior que a marcação firme dos zagueiros.

No último sábado, após receber o sexto cartão amarelo na série B, quando o Corinthians goleou por 4 a 0 o ABC no Pacaembu, o argentino fez um desabafo emocionado contra os árbitros do Brasil:

Recebo 20 faltas por jogo e quando faço uma, sou xingado. Não sei o motivo para este tratamento. Estou me sentindo ameaçado, desabafou o atacante.

Durante o jogo de sábado, Herrera foi substituído pelo técnico Mano Menezes ue visava protege-lo de uma iminente expulsão, chutou a câmera de um dos repórteres que cobriam a partida. Seu descontentamento, no entanto, não foi apenas com a substituição e com o fato de desfalcar a equipe para o próximo jogo, contra o Fortaleza. Mas, sim, pela maneira que ocorreu a advertência. O cartão amarelo foi dado após um dos gols do Timão, por uma suposta reclamação. Quatro dias antes, contra o Gama, levou “por retardar o reinício”, conforme consta na súmula do jogo.

Sensação de já ter visto esse filme antes? Pois é. Nos anos de 2005 e 2006, seu compatriota Carlitos Tevez, também reclamava de perseguição dos árbitros dentro de campo. Na época, o clube chegou a colocar câmeras exclusivas para focalizar os árbitros durante as partidas (embora nunca tenham tomado uma atitude decente sobre isso).

Quando indagado sobre a possibilidade de deixar o clube, graças à perseguição assumida, Herrera abaixou a cabeça e respondeu: “Não sei, não sei…”

Não somente de cartões amarelos vive a perseguição em cima do argentino. Em diversas oportunidades pudemos constatar que os times da série B, contam com reforços extras: os bandeirinhas, que fazem marcação individual no atacante, invalidando jogadas perfeitamente normais, invertendo faltas…

Claro que Herrera também não é santo. No Corinthians, ganhou o carinho da torcida por ser brigador, demonstrar raça e algumas vezes, entrar de forma dura nos adversários. No entanto, é público e notório que existe mesmo esse sentimento de xenofobia contra o camisa 17 do Timão. Vale lembrar que Herrera além de ser argentino, também defende o Corinthians, o que se configura como crime hediondo, na péssima arbitragem nacional.


2 Comentários so far
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Herrera, foi perseguido inclusive por parte da midia Bambi. O que Claudio Prado, pegou no pé dele chamando de “quase gol” e literalmente “porcaria”, todos os dias na Jovem Pan e na Tv Gazeta, foi uma das perseguições mais crueis que eu já vi. Sem motivo nenhum.
O cara, tem ouvidos e olhos, e isso aborrece mesmo.
No caso desse jornalista, por ser uma critica sistemática e diária, além de porca, classifiquei como provocação a torcida Corinthiana que vê no Herrera um brigador.
É a técnica de bater no idolo, para ter retorno, indignado, ou não.
É nessas horas que lamento não termos um homem como Citadini, que certamente enquadraria esse jornalista com duas visitinhas “cordiais” ao programa do mesmo.

Comentário por Jarbas

Perdão, corrija. Flávio Prado é o nome correto do tal “jornalista”, São Paulino, duas caras, dizendo que é Ponte Pretano.

Comentário por Jarbas




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