Corinthians: Preto no Branco


Entrevista com o Wladimir
outubro 5, 2008, 10:41 am
Filed under: Uncategorized

Juntamente a outro corinthiano, amigo meu, fomos buscar o nosso ex-craque e eterno ídolo Wladimir para realizar uma experiência nova com o atleta, conselheiro do clube e agora, candidato a vereador pela cidade de São Paulo.

Em duas comunidades corinthianas do Orkut, organizamos um bate-papo que contou com perguntas feitas pelos membros e respondidas por Wladimir.

A entrevista foi um sucesso e realizou o intento da blogueira de aproximar a torcida do ídolo e contribuir para o conhecimento, principalmente dos corinthianos mais jovens, sobre mágica e gloriosa história alvinegra.

Confira algumas das perguntas e respostas:

Wladimir, você fez 805 jogos com o Manto Sagrado da Fiel, também foi o jogador do Timão com mais jogos pelo Brasileiro, 267 partidas, esteve no Maracanã em 76 na memorável partida da invasão Corinthiana diante do Fluminense e participou do lance que originou o gol de Basílio na Conquista do titulo de 77 diante da Ponte Preta, foi um dos ícones da Democracia Corinthiana, como você se sente participando de todos esses momentos inesquecíveis do Timão?

Wladimir: Boa Noite, obrigado pelo convite desta comunidade a participar deste chat nesta noite.
Em relação a sua pergunta, com muito orgulho considero-me realizado na profissão. Mesmo não tendo disputado uma copa do mundo, sinto-me satisfeito por ter tido tantos momentos de realizações no Timão.

Como Aconteceu a Democracia Corinthiana? Durante este período houve alguma briga entre jogadores que ameaçasse o movimento? Se fosse presidente do Corinthians, “ressuscitaria” a Democracia Corinthiana?

Wladimir: Tivemos a sorte de constituir um grupo extremamente consciente de seus objetivos e tivemos a anuência da diretoria na pessoa do Adilson Monteiro Alves, que comandou o movimento. Nós decidíamos tudo coletivamente através do voto, que tinha o mesmo valor para cada um. Já no final do processo, houve uma divergência ideológica entre Sócrates e Leão. Vale ressaltar que na Democracia Corinthiana os torcedores participavam do Conselho Deliberativo do Clube e grupo era coeso e essencial no processo.

“O Timão é mais importante que a seleção”. Esta frase consta como sendo de sua autoria, embora você tenha sido considerado um dos maiores laterais de sua época, não chegou a se firmar na Seleção Brasileira, a concorrência com o Júnior era grande ou você se sente injustiçado?

Wladimir: Realmente esta frase é de minha autoria, porque realizei-me profissionalmente no Corinthians, não tive oportunidades consecutivas na Seleção Brasileira, coincidência ou não, quando o único técnico paulista dirigiu a Seleção, fui titular.

Wladimir, em sua opinião o que tem a dizer sobre a FIEL, como foi seu relacionamento com a torcida ao longo de sua carreira?

Wladimir: Sou eternamente grato ao comportamento da Fiel para comigo, quando estive sem contrato a Fiel soube quanto eu queria de luvas , se cotizaram e levaram o cheque ao presidente da época. Sempre me apoiaram, inclusive em momentos dificeis de minha carreira.

O que você faz quando bate aquela saudade dos campos, do gramado, do estádio, dos campeonatos, enfim, das boas épocas quando você defendia o Timão?

Wladimir: Sempre frequentei o estádio e semanalmente jogo com amigos como Rincon, Luis Fernando, Carlinhos, Edson, Ataliba, Basílio, e outros.

Você assiste aos jogos do Corinthians? Já foi no Pacaembu nos jogos da serie B?
Wladimir: Em Sao Paulo, estive em todos os jogos.

Você, como jogador que mais atuou com a camisa do Timão, o que acha dessa constante troca de clubes pelos jogadores?

Wladimir: É lamentavel, pois não há identidade com os clubes e nem com a torcida.

Para você, qual foi o melhor jogador do Corinthians de todos os tempos?

Wladimir: Para mim existiram dois grandes jogadores, Roberto Rivelino e Sócrates.

Recentemente o Sócrates em entrevista ao Jornalista Benjamin Back disse que apóia sua candidatura a Presidente do Corinthians, você tem planos para se candidatar a Presidência do Timão?
Wladimir: Quero sempre colaborar com o Corinthians, independente do cargo, abraços ao Magrão.

Caso você fosse o presidente do Corinthians o que você faria de diferente? Quais seriam as melhorias que você iria priorizar?
Wladimir: Reorganizaria as categorias de base de onde sai o patrimônio do clube. Batalharia pela construção de uma arena multiuso para o Timão.

O que você Wladimir, achou do desligamento de Alberto Dualib e Nesi Curi do quadro de sócios do Corinthians?

Wladimir: Só isto, muito pouco, deveriam responder criminalmente pelos seus atos.

Se você for eleito vereador, ajudaria o Corinthians de alguma forma? Poderia ajudar na construção do estádio?
Wladimir: Não mediria esforços para a consolidação disto. O papel de vereador é estratégico na concretização deste desafio.

Você foi um dos símbolos da Democracia Corinthiana, hoje o Corinthians passa por uma reestruturação em seu estatuto, com todas estas mudanças você acha que o Corinthians esta passando por uma nova Democracia?
Wladimir: Sim e quanto mais pessoas participarem dos rumos do Corinthians, menor possibilidade de erros termos. 

Você tem vontade de ver o Gabriel jogando um dia com a camisa do Corinthians? Qual sua sensação em vê-lo atuar por outro Time sabendo que você foi um dos maiores ídolos do Timão? 

Wladimir: Tanto eu quanto o Gabriel somos corinthianos, é um sonho que queremos realizar. 

O que você sentiu quando o Corinthians foi rebaixado para a Série B?
Wladimir: Senti que conseguiram manchar nossa História, com sub-administrações sucessivas.

Wladimir, você é um dos colaboradores da Fundação Gol de Letra, sociedade civil sem fins lucrativos instituída pelo Raí e pelo Leonardo, que prestam assistência a crianças e adolescentes, qual a importância deste trabalho e como vereador você tem projetos para o incentivo ao esporte?

Wladimir: É claro pra mim que crianças, adolescentes, adultos, idosos, enfim todos necessitam de exercer uma atividade fisica regularmente para a melhoria de qualidade de vida. Meu Lema é “PRATIQUE A VIDA, FAÇA ESPORTE”. O papel do vereador é fundamental para alavancar recursos e propor ações para que o governo cumpra sua parte.

O que você esta achando da gestão do atual presidente Andrés Sanches?
Wladimir: Nada de especial, esperamos mais!

De acordo com o “Almanaque do Corinthians” você atuou pelo Timão em 805 jogos e fez 32 gols, qual o gol mais bonito e o mais importante em sua carreira?

Wladimir: O mais bonito foi o de bicicleta, contra o Tiradentes, e o mais importante foi contra a Ponte Preta em 77, como participante da jogada.

Wladimir, em Outubro de 2007 chegou a ser publicado no jornal O Estado de São Paulo que a atual Diretoria do Corinthians pensava em ter um Ex jogador do Timão na comissão técnica do time, seu nome chegou a ser ventilado, você recebeu algum convite para trabalhar com a atual diretoria no Corinthians? Se recebeu porque não aceitou?
Wladimir: Sim, recebi um convite, depois declinaram da proposta.

Wladimir, sua carreira de certa forma sempre esteve ligada à política, você foi um dos símbolos da Democracia Corinthiana, movimento que ajudou a mudar os rumos do futebol e até mesmo da política Brasileira, o que você acha que mudou no futebol e na política da época da Democracia até hoje?

Wladimir: No futebol houve um retrocesso, por conta da mentalidade dos dirigentes.
Na política, o que se vive hoje é resultado do movimento iniciado com a Democracia Corinthiana.

Wladimir, qual é o sentimento de ser o jogador que mais vezes vestiu nossa camisa? Trocaria esse recorde por um igual na seleção brasileira?

Wladimir: Eu diria que me sinto orgulhoso de ter sido jogador que mais vestiu a camisa e pra isso joguei com costela quebrada, tornozelo inchado e 39° graus de febre, por várias vezes sem me incomodar, isto foi muito gratificante pois encerrei a carreira com a satisfação da missão cumprida.
Em hipótese alguma, embora tenha orgulho de ser brasileiro e de ter jogado na seleção brasileira algumas vezes, porém, nada se compara ao calor da Fiel.

Você apoiaria e participaria de uma possível candidatura de Waldemar Pires à presidência em Janeiro de 2009 e gostaria de assumir uma diretoria, caso ele vença?
Wladimir: Sim, Waldemar foi o presidente do Corinthians na Democracia Corinthiana.

Para o Wladimir sócio do Corinthians: Na próxima eleição parece que temos 3 candidatos já definidos: Andrés Sanchez, Paulo Garcia e Osmar Stábile. Vota em algum deles? Apenas vota ou apóia o projeto de algum?

Wladimir: Ainda não conheço o projeto de nenhum deles, portanto não tenho opinião formada. Mas quero o melhor para o Corinthians.

Pergunta para o candidato a vereador Wladimir: sua campanha mira na falta de espaços de lazer e praças esportivas em São Paulo, caso ocorresse algum milagre financeiro nos próximos 3 anos dos 4 de sua gestão e os problemas relacionados a isso fossem totalmente resolvidos na cidade, qual seria o segundo grande problema do munícipio em que iria focar o vereador Wladimir para o ano de atuação que estivesse restando?

Wladimir: Após 3 mandatos como secretário de esporte em munícipios extremamente carentes, eu diria que o esporte é excelente instrumento de inclusão e como diria Nelson Mandella “O esporte e a cultura, são instrumentos mais poderosos na transfomação social do que qualquer governo”.

Wladimir, sabendo que hoje as divisões de base são o calcanhar de Aquiles dos grandes clubes, você defenderia uma reformulação total nas categorias de base do Corinthians, visto que de lá só tem saido jogador de péssima qualidade, indicando que os olheiros são péssimos e os treinadores incompetentes ao extremo?

Wladimir: Concordo plenamente, em genêro, número e grau.

O que voce está achando do trabalho do Mano Menezes no Corinthians?

Wladimir: Até agora razoável, espero consolidar o triunfo na série B.

Sem estrutura familiar e psicológica, o jovem craque de hoje logo é “seqüestrado” por um empresário, muitas vezes inescrupuloso. Na maior parte das vezes, nem tem tempo de ganhar amor ao clube. O que fazer para mudar esse cenário?

Wladimir: Mudar a mentalidade de nossos dirigentes.

Pensando em inclusão social pelo esporte: de que forma as escolas paulistanas poderiam ser aparelhadas para essa tarefa?

Wladimir: Contratar professores de educação física e capacitá-los para a função. Além de equipar as escolas e melhorar os salários.

Você acha que pode aparecer um novo grupo de jogadores que possam fazer um movimento parecido com a Democracia Corinthiana? E vocês acham que deixaram um legado importante no país?

Wladimir: Quem deve retomar o espírito da Democracia Corinthiana é a nação Corinthiana, partindo do princípio que todo time tem uma torcida, no Corinthians a torcida é quem tem um time.

Aquele timaço da época da Democracia Corinthiana que você participou, ficou nos devendo um título brasileiro, o problema foi dentro das 4 linhas, ou a equipe entrou de salto alto e subestimou o Fluminense?

Wladimir: Nós subestimamos o adversário. Vivendo e aprendendo…

No ano passado, o Leão chegou afirmar que não houve a Democracia Corinthiana, e sim um grupo de atletas (inclusive você) que decidiam pelo resto do grupo, o quê achou desta declaração? O Leão sempre foi contra?

Wladimir: Nenhum movimento tem unanimidade. O Leão nunca aceitou que seu voto tivesse o mesmo valor do 3° reserva ou do roupeiro.

Você que já foi administrador do complexo do pacaembu, qual é o custo mensal para a cidade? Mesmo com o Corinthians jogando semanalmente e pagando o aluguel, qual o déficit do estádio? Na sua administração, a prefeitura já cogitava arrendar o estádio? Existe viabilidade nisto?

Wladimir: O Pacaembu é auto-sustentável, desde que a sua receita permaneça em seus cofres, portanto se bem administrado dá lucro. Gostaria que o Corinthians costruísse seu próprio estádio.

Hoje, você se considera preparado para ser diretor de futebol do Corinthians? Não teria medo de se queimar como aconteceu com o Rivelino? Qual a sua visão sobre a função de um diretor de futebol?

Wladimir: Sim, me sinto preparado. Não tenho receio de me queimar e a função do diretor de futebol é essencial na condução e no planejamento do departamento de futebol de uma associação.

A todos os participantes da comunidade,

Agradecer é muito pouco pelo respeito e admiração que muitos de vocês me empenharam, gostaria de ficar horas conversando com a nação corinthiana, aliás o que mais tem me agradado nesta campanha política é poder me comunicar diretamente com pessoas que jamais imaginaram me encontrar e muitos nunca me viram jogar, como a Larissa por exemplo. Com certeza somos mais brasileiros, pois somos corinthianos.

Um abraço a todos e até breve,

Wladimir.

Nota do Blog: A quem interessar possa, o número do Wladimir é 65.077 (em alusão ao título paulista de 77)


14 Comentários so far
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Sem dúvida, um grande trabalho jornalístico. Parabéns! Manda mais…

Larissa: Obrigada Lou. Estamos confabulando para realizar o trabalho com outros ídolos. Abraços alvinegros.

Comentário por Lou Mello

O Wladimir foi um grande capitão do alvinegro, e vejo-o como um grande oficial do maior”exército inimigo”, honrado, leal e que reconhece quando o maior”inimigo” também é forte…não me esqueço o dia em que, aos microfones das rádios, depois de uma derrota para um daqueles horríveis times que o Palmeiras formava no início dos anos 80(tipo Jaime Bôni, Célio, Benazzi, Deda, Freitas e outras “feras”, ARGH), época da estiagem de títulos do alviverde, ele declarou que era IMPRESSIONANTE como cada jogador do Palmeiras se MULTIPLICAVA em campo no clássico, mesmo tecnicamente inferiorizado, suando sangue para se superarem contra um time muito melhor, que contava com Sócrates, Zenon, Zé Maria, etc. Ou seja, em qualquer circunstancia, era muito difícil jogar contra o Palmeiras…e o contrário também pode acontecer, se bem que ULTIMAMENTE o Verdão tem levado só vantagem, né???

Larissa: O mundo dá voltas, caro palestrino.

Comentário por Alviverde/SP

É amiga Larissa, a Fiel não acreditou muito nessa Democracia Corinthiana. O pior é que acho que eles acertaram.

Larissa: O pior é que eu acho que a “Fiel” apoiou o candidato do presidente.

Comentário por DONIZETE

Boa entrevista Larissa. Gosto muito do Wladimir, por toda a sua história no Timão, e torço para que, assim como disse o Magrão, se candidate a presidente do clube em eleições futuras.

Agora uma coisa me intriga : ele foi participante ativo da Democracia Corintiana e se candidata pelo Partido Comunista ?? Será que sabe o que tá fazendo ??

Larissa: Nelson, permita-me discordar um pouco da sua tese.
Pessoalmente, eu não vejo essa contradição. O PCdoB é um partido democrático, cujos membros lutaram bravamente pela redemocratização do país. Vários militantes foram mortos, como na Guerrilha do Araguaia.
Não se pode confundir comunismo com stalinismo, comunismo com burocracia estatal ou comunismo com ditadura de esquerda. Entendo como sendo coisas absolutamente distintas.
Ditadura e regimes anti-democráticos existem à esquerda e à direita. Isso porque o status político de uma pessoa se define à esquerda e à direita, acima e abaixo (acima o que há de mais autoritário e abaixo o que há de mais libertário).
O PCdoB tem uma cara brasileira, hoje, e se desprendeu daqueles velhos mitos soviéticos. Na minha concepção, é um partido seguramente mais democrático que o DEM ou tal PPS.

Comentário por Nelson

O Wladimir é um cara tão decente que falta a ele aquela “cara-de-pau” nata de político para pedir votos, tanto é que a população paulistana, em meio a 1077 candidatos para vereador, como de costume votou nos cobras criadas ou nas “figuraças” e deixaram de fora da câmara um cara do bem como o Wladimir.

Larissa: O que mais se poderia esperar né? Dizem que cada um tem o que merece, pois é, também penso isso do povo brasileiro.

Comentário por Paulo (Shadow)

Paulo, talvez pela incoerência que eu citei acima.

Larissa: Registrado.

Comentário por Nelson

Eu não tive a honra de vê-lo jogando. Mas é muito bom tê-lo como integrante da história do Timão.

Larissa: Só tenho a me orgulhar.

Comentário por Jorge Henrique de Sousa

Me pergunto o que querem da vida esses suínos que vem aqui cornetar…

Larissa: A rivalidade saudável eu até estimulo em meu blog. Faz parte do futebol e da sua mística. Não permito o desrespeito, porque tudo tem um limite.

Comentário por André

Infelizmente também não pude ve-lo jogando
Mas além de ser um grande jogador,que jogou a vida inteira no nosso timão com uma raça quase insuperável,acima de tudo é uma pessoa articulada,inteligente,posso dizer preparada pra assumir o controle do nosso time
Gostaria apenas de agradecer pela essa entrevista maravilhosa.

Larissa: Agradeço e fico feliz em saber que nem todos os corinthianos esqueceram das pessoas que já nos honraram tanto.

Comentário por Roger

André, é que a Larissa é DEMOCRÁTICA e abre seu blog também aos não-corintianos… e CORNETAR é só para os torcedores PROTESTAREM contra o seu próprio clube.
E não venho aqui para ofender ou brigar com ninguém. Alguma brincadeira talvez, mas tudo DENTRO dos LIMITES, relatando fatos que podem ser interessantes(ou não, rsrs)na rivalidade suínos X gambás, ops, Palmeiras X Corinthians. rsrsrs

Larissa: Não fosse assim, seus comentários nem seriam aceitos. A rivalidade saudável, como respondi acima, é até estimulada pela blogueira, tempera o nosso torcer.

Comentário por Alviverde/SP

Acho que o nosso amigo ai alviverde não faltou com respeito em nenhum momento
Apenas assumiu a grande rivalidade existente entre nossos clubes e como é importante esse clássico

Larissa: Concordo. Quisera eu que todos os torcedores tivessem a inteligência e civilidade para apreciar com moderação essa rivalidade histórica.

Comentário por Roger

Vergonhoso para os corinthianos.
Wladimir merecia estar na câmara.

Enquanto isso o São Paulo FC reelegeu o vereador Aurélio Miguel e elegeu Marco Aurélio Cunha. Com ctz o lobby para o Morumbi na Copa de 2014 ficará mais forte.

Em tempo. Chega a ser piada o tanto de votos que o tb candidato a vereador e ex-jogador Dinei ‘Auá’ recebeu, mais de 22 mil votos. Que bom que não o elegemos, eu teria vergonha.

Larissa: Concordo em gênero, número e grau. Abraços alvinegros Márcio, Salve o II Centenário!

Comentário por Márcio Reis

Desculpe, não falar algo relacionado ao tea deste post, mas é que infelizmente não conhecia seu blog e apenas há poucos dias tenho lido algo relacionado a ele. Concordo com a maioria das coisas que li por aqui, minha dúvida é se vc já escreveu sobre o Fiel Torcedor e qual a sua sensação sobre este projeto?
Sou membro desde março do plano Meu Amor e acho que começando com um serviço ruim desses acaba até espantando futuros interessados, o boca a boca pode “queimar” uma coisa que poderia ser mto bem sucedida como de hábito para essa diretoria.

Larissa: Você abordou um tema bem controverso Philippe, o que eu posso te dizer? Eu mesma, não aderi ao plano por ter recebido e ouvido muitas críticas com relação ao projeto, no entanto, por não fazer parte, não posso te responder com propriedade. Minhas suspeitas, de acordo com o que acompanhei de colegas que aderiram, é de que ainda há muito a ser melhorado e que, até agora, só estão desrespeitando o torcedor alvinegro.

Comentário por Philippe

Poderia jurar que deixei um comentário para esse post. Na oportunidade eu a cumprimentava pelo feito jornalístico e tal. Será que estava sonhando?

Larissa: Ainda bem que você avisou Lou. Fui resgatar seu comentário, não sei porquê, na caixa de spam, junto a vários outros. Peço desculpas. Abraços!

Comentário por loumello




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