Corinthians: Preto no Branco


Matou um igual e foi assistir ao jogo
junho 9, 2009, 2:01 pm
Filed under: Uncategorized

Conversei com o jornalista Walter Falceta Jr. e expliquei como as coisas aconteceram na quarta-feira, depois de ter conversado e questionado por longas horas todos os meus amigos da Rua São Jorge. É fato que já deveria ter escrito algo sobre o brutal assassinato de um colega de torcida, mas não consegui. A situação na Rua São Jorge está confusa, triste e quando essa onda passar, os corinthianos emitirão um comunicado oficial sobre os fatos, por enquanto, deixo o texto do amigo colunista que conversou comigo e outros torcedores e jornalistas para escrever esta ótima e fidedigna matéria:

Matou um igual e foi assistir ao jogo

Do Observatório de Imprensa

 Na virada fria de quarta para quinta-feira (4/6), o repórter Fábio Lucas Neves, da TV Bandeirantes, produzia a típica “matéria de ambiente”, depois do empate sem gols que classificara o Corinthians para a final da Copa do Brasil, em São Paulo. Nas arquibancadas do estádio do Pacaembu, ao buscar os personagens para sua reportagem, percebeu que vários vascaínos estavam feridos e que alguns tinham as roupas tingidas de sangue.

Nesse momento, descobriu que algo grave ocorrera cerca de três horas antes. Segundo os torcedores, violento embate fora travado com corintianos nas proximidades da Ponte das Bandeiras, na Marginal Tietê. Os brigões recusaram-se a aparecer diante das câmeras, mas apresentaram alguns troféus da batalha, como bonés, gorros e camisas tomados dos rivais paulistas.

Logo, com orgulho selvagem, exibiram ao jornalista uma carteira de associado da Gaviões da Fiel, cuja imagem foi gravada pelo cinegrafista Alexandre Ribeiro, o “Cabeção”. Pertencia a um certo Clayton Ferreira de Souza, que segundo a data de nascimento deveria contar 27 anos de idade.

– Batemos muito, acabamos com ele – jactava-se um fanático cruzmaltino.

Em seguida, Neves e o cinegrafista puseram-se a documentar o incêndio que consumia um dos ônibus alugados pelos visitantes. Nesse momento, ignoravam que o corintiano Clayton, um promotor de vendas de supermercado, morador da Vila Industrial, na periferia da Zona Leste paulistana, já estivesse morto.

A causa? Traumatismo cranioencefálico provocado por agente contundente. O rapaz fora espancado até a morte. Tinha o rosto desfigurado e lhe haviam subtraído os documentos, o celular, o cartão de crédito e até as vestes.

 

 

Status de verdade

Neves teria seu esforço de reportagem valorizado na tarde de quinta-feira (4), quando o corpo do jovem foi identificado pela família. “De repente, eu vi que o nome era o mesmo”, relata. “Embora eu já cogitasse dessa hipótese, foi um choque.”

Esta é apenas uma das inúmeras pontas de uma história de horror cuja coerência escapou à polícia, à promotoria e à grande imprensa. Inúmeras versões chegaram prontamente às páginas dos jornais, às telinhas e telonas, muitas delas tolas ou inverossímeis.

Na madrugada de quinta-feira, a Gazeta Esportiva Net decretava:

“Um ônibus da torcida do Corinthians sofreu uma emboscada. Palmeirenses e vascaínos, que possuem relação amistosa, atacaram os rivais. O tumulto culminou com a morte de um corintiano.”

Em matéria levada ao ar às 12h52, a Agência Estado, apresentava outro enredo para a tragédia, baseado em declarações à TV Globo do major Alfredo Donizete Rodrigues de Souza, subcomandante do 2º Batalhão de Choque da PM paulista:

“O confronto começou por acaso, porque um ônibus de corintianos cruzou com o comboio de vascaínos e eles começaram a se provocar – declarou.”

Nesse momento, entretanto, uma terceira versão já fora apresentada à imprensa. Às 13h19, por exemplo, o G1 trazia matéria em que o promotor Paulo Castilho, encarregado de combater a violência nos estádios, acusava os corintianos de terem armado a emboscada. Segundo ele, cerca de 50 torcedores da facção Rua São Jorge, uma dissidência da Gaviões da Fiel, distribuídos em um ônibus e quatro carros de passeio, esperaram pelos vascaínos com barras de ferro e armas de fogo. Os cariocas eram cerca de 650, distribuídos em 15 ônibus.

“Eles vieram em paz, mas tiveram que revidar”, declarou o promotor ao diário Lance!. Ao Observatório, afirmou que as outras versões eram fantasiosas. “Esse grupo da Rua São Jorge já havia provocado problemas na Baixada Santista”, disse.

A partir desse momento, a narrativa adquiriu status de verdade para a grande imprensa, em São Paulo e no Rio de Janeiro. A cobertura limitou-se a reproduzir a história do promotor e da delegada encarregada do caso. Por horas, não se encontrou nos canais de informação qualquer testemunho dos torcedores envolvidos no conflito.

 

Pautas e fios

O promotor Castilho adiantou-se em pedir a “torcida única” nos estádios de futebol. A solicitação foi imediatamente endossada pela Polícia Militar e divulgada nos principais portais de notícias na internet.

Parecia findo o rito sumário de construção da notícia. A polícia fizera o possível. A exclusão da presença de adversários restituiria a tranquilidade ao mundo do futebol.

À noite, no entanto, a jornalista Leonor Macedo, 26 anos, que hospeda seu blog no site da revista TPM, resolveu expor os resultados de sua investigação jornalística. Depois de ouvir vários torcedores, apresentou outra versão para a ocorrência (ver aqui; outros post sobre o caso no blog eneaotil).

Retidos numa blitz da polícia, nas proximidades do Clube Espéria, os corintianos teriam sido alcançados pelo comboio vascaíno. Em ampla maioria, de dez para um, os cariocas teriam iniciado o massacre.

“Não quero dizer que os paulistas sejam santinhos, mas não me parece razoável que mobilizassem apenas 50 pessoas para enfrentar 500”, diz Leonor. “Também é difícil acreditar que os policiais supostamente presentes não tenham sido capazes de impedir o conflito e evitar os linchamentos.”

Segundo a jornalista, é estarrecedor saber que a força policial tenha facultado aos assassinos assistir ao jogo, levando ainda como prêmio os pertences de Clayton. “Também vale questionar a razão pela qual a PM se recusou a realizar a escolta do grupo Rua São Jorge e se essa omissão não os levou a constituir a própria defesa”, afirma. “Tudo isso é vital à compreensão do caso, mas o que se vê é uma cobertura jornalística chapa-branca, de viés conservador e que despreza a informação divergente.”

O trabalho pessoal da repórter reacendeu o debate sobre o caso e também sobre a conduta da imprensa ao noticiar o episódio. Na sexta-feira (5/6), pela manhã, o jornalista Luciano Martins tratou do tema no programa radiofônico deste Observatório, na Rádio Cultura, considerando a hipótese de um gravíssimo erro tático da polícia. “A versão oficial, defendida pelo promotor encarregado do caso, é quase inverossímil, mas a imprensa compra a história sem ouvir testemunhas”, afirmou.

Na tarde desse mesmo dia, em matéria de destaque, o portal UOL reproduzia sem dissonância a tese da emboscada corintiana e do “potencial violento” da dissidência da Gaviões da Fiel, repetindo informações da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).

A redação paulista do diário Lance!, ao contrário, agitava-se no exercício da dúvida e preparava uma matéria especial sobre os enigmas da “batalha da Marginal”. “Essa história é um quebra-cabeças em que as peças definitivamente não se encaixam”, disse Marcel Merguizo, um dos editores do jornal. “Se queremos fazer bom jornalismo, não podemos aceitar simplesmente a versão oficial.”

O repórter Rodrigo Vessoni, enroscado em pautas e fios de telefone, buscava escrever sobre o futebol corintiano e, simultaneamente, obter mais informações sobre o conflito. “A história tecida não confere com os fatos”, dizia. “Como é possível que a polícia tenha levado os assassinos até o estádio para assistir ao jogo?”.

Cultura subterrânea

De fato, logo após o conflito, a polícia deteve dezenas de corintianos. Um palmeirense e dois vascaínos prestaram esclarecimentos, na qualidade de testemunhas. Quarenta e oito horas depois da trágica ocorrência, não havia qualquer pista concreta do assassino de Clayton.

À hipótese do erro tático somou-se a da negligência. Segundo o promotor Castilho, 22 homens da PM escoltavam o comboio dos cariocas. Nos depoimentos colhidos pelo repórter Fabio Lucas Neves, porém, os vascaínos afirmavam ter chegado ao local do conflito sem qualquer proteção policial. “Acredito na hipótese da emboscada corintiana, mas é fundamental verificar se faz sentido a história contada pelos torcedores do Vasco”, afirmava Neves, no fim da tarde de sexta-feira (5). Até aquele momento, a polícia desprezara seu auxílio nas investigações.

Naquele momento, em casa, Neves se preparava para participar de uma festa junina com a família, mas ainda não havia tirado do pensamento a imagem da carteirinha transformada em troféu. Simultaneamente, na Vila Industrial, a família de Clayton Souza cogitava de processar o Corinthians e o estado de São Paulo. Nos portais de internet, o tema já desaparecera das páginas principais.

Matar e espairecer pode constituir-se em evento escandaloso, ainda que menos raro do que se imagina. Entre nós, o entretenimento sucede, com frequência, a infração grave. Não é à toa que se enxerga com certa paralisia complacente a saga do protagonista de Matou a família e foi ao cinema, de Julio Bressane, de 1969, filme cujo apelo temático rendeu um remake, em 1991, dirigido por Neville de Almeida.

Na ficção, como na realidade, nossa cultura subterrânea admite silenciosamente algum crime tido como privado, em que a vítima é o outro distante, e concede ao autor até mesmo o refresco da diversão. Alguém matou um igual e foi ao futebol. Somente isso. Resta saber se esta trama tem fim.

 

Em Tempo

1. Na segunda-feira (8/6) à tarde, o repórter Fabio Lucas Neves (que gravou as imagens da carteira de Clayton nas mãos dos vascaínos) ainda não tinha sido contatado pelos responsáveis pelo inquérito.

 2. Nas edições de sexta, sábado e domingo, os repórteres do diário Lance! publicaram várias reportagens que exibiam as incongruências na versão oficial. Seguiam um caminho de investigação desprezado pela grande imprensa.

3. Segundo o promotor Paulo Castilho, não teria ocorrido a visita dos vascaínos à sede dos aliados da torcida Mancha Alviverde. Em sua edição de segunda-feira (8), entretanto, o diário Lance! apresenta links para uma série de vídeos no Youtube que provam esse encontro antes do jogo.

4. Fotos do conflito, publicadas em páginas de vascaínos em sites de relacionamento, comprovavam que esses também portavam artefatos explosivos. Essas imagens também mostravam que o comboio carioca havia, sim, ultrapassado o local onde estariam os corintianos.

5. Na segunda-feira, ainda não havia qualquer pista dos assassinos de Clayton Souza.

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10 Comentários so far
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Isso vai cair no esquecimento, infelizmente o Clayton é apenas estatística, não gosto do pessoal da rua São Jorge, pois já vi provocarem muita desordem, mas nesse caso, os relatos de que ocorreram um massacre e que ocorreram falhas estão bem evidentes !

Comentário por Álvaro

Estão muito evidentes para quem quer enxergar, o problema reside no não querer ver. Abraços alvinegros.

Comentário por Larissa Beppler

Larissa, primeiramente parabens pela publicação… acho que ninguem acreditou na história que apenas 50 Corinthianos iriam armar uma emboscada e esta história cheirava mal mesmo.

Em primeiro lugar a covardia dos membros de organizadas (sejam la de qual time for) impediriam que apenas 50 corinthianos preparacem a tal emboscada, pois até uma crinça sabe que estas emboscadas se utilizam da superioridade numerica tal como todo covarde e apenas um onibus do vasco teria numero igual de torcedores que o onibus dos corinthianos, o que ja leva por terra esta versão.

Em segundo lugar é nitido e claro que a policia errou e feito, primeiro a não escoltar com mais atenção e efetivo numérico os onibus cariocas e em segundo lugar ao liberarem para irem ao estádio um comboio de marginais que acabaram de mator uma pessoa.

Em terceiro lugar, tal como disse o Vanderlei Nogueira no programa (de baixa credibilidade)Mesa Redonda, qualquer investigador formado por correspondencia saberia que para tocar as investigações de forma efetiva bastava ir ao rio no jogo do vasco no ultimo sabado e se infiltrar no meio da torcida organizada vascaina para levantar os nomes de pelo menos 1/2 duzia de suspeitos, pois é claro que esse fato seria comentado com ares de gloria pelos torcedores durante o jogo.

Enfim, uma sequencia de erros comuns ao nosso futebol e a nossa policia que infelizmente não irá acabar nunca pois as pessoas que estão ai para impedir isso na maioria das vezes tem intenções até mesmo eleitorais junto as torcidas organizadas que servem de base eleitoral para pseudo politicos atuarem desonestamente.

O certo é que não tem santo nesta história e que as organizadas são as grandes responsáveis pelas tragédias do nosso futebol. Enquanto elas existirem teremos brigas, tragédias e mortes como esta. Tão certo quanto um e um são dois.

Comentário por Luis Fontes

Obrigada, Luis. Acabar com as organizadas, promover jogos de uma única torcida e outros movimentos nesse sentido só mascaram o quanto a segurança pública é despreparada (e me arrisco a dizer que pouco se importa com o torcedor em geral).

A imprensa sensacionalista tratou logo de nos chamar de bandidos e não é necessário ser um gênio para saber que toda a história contada e divulgada nos veículos de comunicação não tinha o menor sentido.
Não demorou muito para que a PM, a polícia civil e o promotor irresponsável caíssem em contradição nas suas declarações. Há provas na internet (fotos e vídeos divulgados pelos próprios vascaínos) que provam tais contradições.

Os fatos estão aí, basta a boa vontade do promotor na investigação e a busca pela verdade. Agora só falta o Sr. Castilho assumir a responsabilidade do ocorrido e fazer o que lhe cabe. O resto é papo. Abraços alvinegros.

Comentário por Larissa Beppler

Larissa, concordo com vc que acabar com organizadas, jogos de uma torcida só etc, seria assumir a falencia e o descaso da segurança publica, mas infelizmente essa é a nossa realidade. Falencia publica e bandos armados que usam os clubes como desculpa para se enfrentarem e se matarem. Lembro quando o Fernando Capez quis acabar com as organizadas e na época fui contra pois acreditava em uma solução democrática, justa e que respeitasse o direito de cada indivíduo, pois caso contrario estariamos assumindo a falencia publica e a perda de direitos prevista na constituição. Infelizmente mais de 15 anos depois vejo que diante dos bandos uniformizados e do estado falido e cada vez mais omisso esta é a unica forma de diminuir esta estupidez que assombra nosso maior simbolo nacional. Claro que éssa é so a minha opinião e democraticamente respeito as outras posições sobre o tema.

Comentário por Luis Fontes

Primeiramente parabens Larissa. Você não foi com sede ao pote, conseguiu apurar melhor, e esta post melhora e muito o entendimento da tragedia. Só para reafirmar algumas coisas e agora acrescentar outras:

– O promotor Paulo Castilho mostrou com isso ser muito esperto. Mas a verdade veio e agora não ele não tem onde meter a cara.
Ele conseguiu criar um factoide em poucas horas, e com essas deduções, foi taxativo em cobrar a medida de torcida unica. Queria de certo se livrar de vez das suas responsabilidades, só que agora piorou o caso.

-Essa é a prova de como a Policia está dando de ombros para os deveres dela. Pelo que eu entendi, os policiais de moto pararam o Onibus da Rua São Jorge, revistaram, chegou os onibus do Vasco sem policiamento, eles ficaram vendo a pancadaria, e depois escoltaram para o estadio?

O problema que falta uma peça para o quebra-cabeça. Quem levou o corpo da marginal para a praça de Bagatelli? Se os policiais começaram ali a escoltar os vascainos, não teria porque eles mudarem a rota. E a policia iria ver o corpo do rapaz. Só se tivessem ali alguns carros da Mancha que não iriam mesmo para o estadio. Só sobra isso não é?

De qualquer forma, perderam o promotor, a policia e a imprensa.

Que fez mais uma burrada e pelo jeito não vai se redimir. O assunto já esfriou, é melhor se voltar para outra tragedia… Alias, essa também já esfriou, então vamos falar oque? Ah teve uns garotos lá do corinthians que quebraram o maior pau lá na espanha. É realmente isso é uma vergonha para o p….

Comentário por Gabriel Paulino da Silva

É por aí, Gabriel… Por aí… Ficou mais cômodo assim. E quem é contra as organizadas deveria ponderar que esta falha foi do sistema de segurança pública, que tem o dever de defender os cidadãos, e que amanhã ou depois qualquer um de nós pode ser a vítima de um erro crasso destes. É vergonhoso e é lamentável. Abraços alvinegros.

Comentário por Larissa Beppler

Gostei do questionamento de um advogado:
“Quer dizer que a policia encontrou barras de ferro no onibus? E quer dizer entao, que os torcedores corinthianos desceram todos de maos limpas?”
Justificativa para erros de procedimento. Fonte Estadao.

Comentário por Thiago Ferreira

Bom dia Larissa, faz tempo que não comento nada aqui, na verdade faz tempo que não comento nada em nenhum blog, porém esse assunto já discutimos inumeras vezes aqui nesse espaço e sempre pedimos a paz entre as torcidas. Infelizmente um torcedor Corinthiano perdeu a vida por causa da ignorância humana, poderia ter sido um vascaino, palmeirense, sãopaulino, santista, não importa o time, um ser humano perdeu a vida a caminho de um entretenimento.
Concordo que a segurança pública deixou e deixa muito a desejar no que se refere a seus atributos, mas concordo plenamente que jogos de futebol tenham uma torcida só, digo isso pensando nas pessoas comuns que gostam de assistir uma partida de futebol, levar a família e ir para casa tranquilamente sem correr risco de encontrar torcedores do time adversário pelo caminho.
Imagino até vc, por exemplo, torcedora apaixonada pelo timão ser obrigada a tirar a camisa e sofrer com a humilhação de um bando de imbecis que se acham no direito de fazer isso com seu semelhante só porque torce para o adversário, não desejo isso a ninguem e já presenciei meus irmãos corinthianos fazerem algumas besteiras por ai.
Infelizmente o ser humano morre um pouco em sua essência a cada dia, não podemos mais correr risco de morte a caminho de um jogo de futebol, claro que vão dizer que antigamente não existia alambrados e os torcedores sentavam lado a lado que a inglaterra conseguiu controlar os torcedores mais exaltados e etc. Mas contra fatos não existem argumentos e brigas como essa ultima, não podem acontencer jamais, nem que pra isso seja necessário fazer jogos de uma torcida só. tbm acho um absurdo destacar um efetivo policial gigantesco apenas para proteger aqueles que qdo tem oportunidade matam e ferem uns aos outros.

PAZ NÃO SÓ NOS ESTÁDIOS MAS DENTRO DE NOSSOS CORAÇÕES.

Saudações a todos e bom feriado.

Comentário por Toel

[…] na fatídica quarta-feira, dia 04 de Junho de 2009, estejam claros para todos que leram o post “Matou um igual e foi assistir ao jogo”, todavia, vale informar que, passadas as confusões, sustos e período de luto, os torcedores do […]

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