Corinthians: Preto no Branco


Aqui tem um bando de loucos
fevereiro 14, 2012, 1:22 pm
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Já está no ar a rede social oficial do Timão e exclusiva para corinthianos, a Bando de Loucos, que promete reunir a maior torcida do Brasil para interagir sobre o gigante Corinthians.

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O Timão já alcançou a marca de 3 milhões de torcedores nas principais redes sociais do mundo: Twitter, Facebook e Orkut. Agora, a ideia é reuni-los em um só lugar. Para participar é só se inscrever na própria página inicial do site, já que a rede possui mecanismo semelhante ao do Facebook.

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Eu já faço parte do Bando de Loucos. Participe também. Vamos mostrar quem é a maior e, como se não bastasse, a melhor torcida do Brasil também na Internet.

Vai, Corinthians!

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*Atualização:

Em seu primeiro dia de funcionamento, a rede social do Timão não conseguiu segurar a invasão corinthiana e segue fora do ar, provavelmente em manutenção. Um servidor com a capacidade do Maracanã seria o mais indicado.

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Vinte e cinco
fevereiro 13, 2012, 4:52 pm
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Estão definidos os 25 atletas que disputarão a Copa Santander Libertadores pelo Corinthians, que participa da competição pelo terceiro ano consecutivo e estreia na próxima quarta-feira (15), às 22h, contra o Deportivo Táchira, em San Cristóbal, na Venezuela.

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Segue a lista elaborada pelo técnico Tite:

Goleiros

Júlio César
Danilo Fernandes
Cássio

Laterais

Alessandro
Welder
Fábio Santos
Ramon

Zagueiros

Chicão
Wallace
Paulo André
Leandro Castán

Volantes

Paulinho
Ralf
Edenílson

Meias

Alex
Danilo
Douglas
Ramírez

Atacantes

Liedson
Jorge Henrique
Gilsinho
Elton
Willian
Adriano
Emerson

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Observações:

• São 7 atacantes e apenas 3 volantes, um perigo em se tratando de Libertadores.

• Adriano entrou na lista sem mérito algum. Elton estaria de bom tamanho.

•  Gilsinho dentro e Vitor Jr. fora é triste.

•  Ponto para Ramirez na lista, mas cadê o Montillo? (Risos…)

•  Faltou um volante de nível para substituir Ralf. Edenílson não sabe marcar, também não é lá grandes coisas na hora de sair jogando. Wallace, a meu ver, pode no máximo substituir Edenílson.

•  Dos 4 zagueiros inscritos, só Leandro Castán é de fato confiável.

•  Laterais, por favor. Ramon é desastroso, Alessandro não dá mais, etc.

• Se ficar com a vaga, após a primeira fase, o Timão poderá trocar até três nomes da lista para as oitavas de final da competição.

•  Oremos!



Da nova diretoria
fevereiro 13, 2012, 2:42 pm
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Confira a nova diretoria do Sport Club Corinthians Paulista, recém-nomeada pelo presidente eleito:

MÁRIO GOBBI FILHO
Presidente da Diretoria

LUIS PAULO ROSENBERG
1º Vice-Presidente da Diretoria

ELIE WERDO
2º Vice-Presidente da Diretoria

RONALDO THOMAZ CÚRCIO XIMENES
Secretário Geral

ROBERTO DE ANDRADE SOUZA
Diretor de Futebol Profissional

FERNANDO ALBA BRAGHIROLI
Diretor de Futebol de Base

RAUL CORREA DA SILVA
Diretor de Finanças

CARLOS OJEDA
Diretor de Patrimônio

FAUSTO BITTAR FILHO
Diretor de Esportes Terrestres

JOSÉ MAX REIS ALVES
Diretor Administrativo

OLDANO GONÇALVES DE CARVALHO
Diretor de Esportes Aquáticos

LUIZ ALBERTO BUSSAB
Diretor de Negócios Jurídicos

MARCOS E. DOS SANTOS
Diretor Social

IVAN MARQUES
Diretor de Marketing

FLÁVIO FERRARI JÚNIOR
Diretor Cultural

SÉRGIO EDUARDO MENDONÇA DE ALVARENGA
Assessor do Presidente

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Pouca coisa mudou da diretoria de Andrés Sanchez para a diretoria de Mário Gobbi. Além dos presidente e vices, o departamento jurídico passou de Sérgio Alvarenga para Luiz Alberto Bussab, uma vez que ex-diretor jurídico agora é assessor do presidente; também os cargos de diretor social e diretor administrativo, este anteriormente de posse de André Luiz Oliveira, sofreram alterações.

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Nada muda no Departamento de Futebol, no Amador, no Cultural ou no Financeiro. A mudança mais significativa acontece no Departamento de Marketing, antes comandado pelo agora vice-presidente Luis Paulo Rosenberg. O nome escolhido para assumir o departamento é Ivan Marques, da agência F/Nazca, um dos expoentes do marketing no Brasil e detentor, na agência, de contas importantes, como AmBev e Nike, fornecedora de material esportivo do Timão. Resta saber em que isso pode contribuir para o Sport Club Corinthians Paulista.



O bom freguês sempre volta
fevereiro 13, 2012, 1:24 pm
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O gol de cabeça de Danilo, aos 21 minutos da primeira etapa, deu a vitória ao desfalcado Corinthians no clássico Majestoso do último domingo, disputado no Pacaembu. O São Paulo ainda perdeu um pênalti, infantilmente cometido por Alessandro e cobrado por Jadson no melhor estilo Elano.

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O resultado manteve o tabu de 7 anos sem triunfos do Tricolor em Majestosos realizados no Pacaembu. De 2005 para cá, o Alvinegro venceu todas as partidas disputadas entre os rivais no estádio. Nesta última, uma vitória tranquila, com segurança, apenas para mostrar à freguesia que aqui se encontra serviço de qualidade e bom atendimento.

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Agradecemo-lhes pela preferência. Voltem sempre.

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O Corinthians no retrospecto geral do clássico Majestoso:

• 113 vitórias, 93 empates e 88 derrotas em 294 jogos; 431 gols pró e 392 gols contra.



Agora é Gobbi
fevereiro 13, 2012, 2:36 am
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Com 60% dos votos válidos, 1.920 a 1.280, Mário Gobbi, sucessor de Andrés Sanchez, venceu a eleição e presidirá o Corinthians nos próximos três anos. A chapa Renovação e Transparência venceu também a eleição para o Conselho Deliberativo do clube. Vale ressaltar que os 3.237 votos que ajudaram a eleger democraticamente o presidente correspondem a 0,0001% da torcida corinthiana, o que é no mínimo lamentável.

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A vitória de Mário Gobbi e de seus vices Luis Paulo Rosenberg e Elie Werdo era esperada, principalmente pelos feitos da administração Andrés Sanchez; mas se pensava que a diferença seria maior do que realmente foi. A oposição perdeu, mas cresceu muito. Ótimo para a democracia e bom até para que a situação não se acomode e acabe julgando estar acima do bem e do mal.

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A promessa do presidente eleito é dar continuidade ao trabalho da chapa Renovação e Transparência, concluir as obras do estádio e elevar o Corinthians ao patamar do gigante que é. A função da torcida é cobra-lo por isso e, para começar, deve-se lutar para que o torcedor tenha direito a voto, pois o Timão precisa ser grande não só da porta do clube para fora, mas também dentro do Parque São Jorge, onde as decisões são tomadas. A Fiel já tem a quem cobrar. Além disso, um bom contingente de torcedores, oriundos de diversos segmentos e movimentos da torcida, tornaram-se conselheiros do Sport Club Corinthians Paulista. É dever da torcida cobrar que eles nos representem no CD, que nos ajudem a fiscalizar a diretoria e que lutem pelas alterações estatutárias necessárias, como por exemplo a extinção do chapão. A candidatura individual é mais justa, democrática e permite que mais torcedores possam vir a integrar o Conselho, especialmente por não implicar em alianças com chapas.

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Por fim, boa sorte ao presidente Mário Gobbi e que este tenha comprometimento, honestidade, empenho, serenidade, um pouco de sorte e muito sucesso nos próximos três anos em que estará condutor do maior clube do Brasil e no segundo cargo mais importante do país.

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Vai, Corinthians!

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Abaixo, a entrevista coletiva concedida pelo novo presidente após o término da eleição:



10 propostas para um Timão nota 10
fevereiro 9, 2012, 7:22 pm
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Utopia ou não, eis as 10 propostas da chapa Bataglia Corinthians:

1. Inclusão Massiva – Com cerca de 30 milhões de torcedores e a marca mais valorizada do país, o SCCP deve rever urgentemente sua estratégia de gestão de ativos humanos. Hoje, desperdiçamos recursos e energia com uma política restritiva e elitista do produto futebol. Dessa forma, amplos segmentos da comunidade corinthiana estão sendo afastados da vida do clube. Essa conduta pode gerar, a curto prazo, um incremento de receitas. A longo prazo, no entanto, reduz o contingente de aficcionados e dificulta a implementação de projetos de massa. Para manter seu novo e caro estádio, por exemplo, o clube precisará de público numeroso em todos os seus compromissos.

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2. Engajamento por responsabilidade compartilhada – Nos países desenvolvidos, ganham força hoje os projetos sociais e econômicos de gestão coletiva. Seja no compartilhamento de bens ou na troca de serviços, o mundo busca formas de engajamento na administração dos empreendimentos. Não se trata de reprise do coletivismo forçado, mas de uma conversão dos próprios atores do teatro capitalista. Num mundo com recursos escassos e consumo desenfreado, colocamos em xeque a manutenção da própria civilização. Você já percebe esses sinais no trânsito infernal, na enchentes de verão, na contaminação dos alimentos e no recrudescimento da violência urbana. Ou mudamos ou perecemos. Para que assumamos um novo caminho, precisamos horizontalizar o poder, delegar atribuições e mobilizar os membros das organizações, sejam elas públicas, privadas ou de cunho associativo comunitário. Cada corinthiano necessita, portanto, assumir sua quota de responsabilidade. Engajados, somos mais fortes. Compartilhando, fazemos crescer o objeto de nossa paixão.

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3. Universalização do direito participativo – Todo corinthiano deve ter o direito de participar da vida do clube. Hoje, o que vemos é um quadro associativo restrito, uma comunidade fechada, em que falta a diversidade e a dissonância criativa. Muitos clubes pelo mundo vêm desenvolvendo sistemas alternativos de associação, procurando agregar também aqueles aficcionados dos estratos econômicos C, D e E. Não há como descrever o júbilo do corinthiano que se vê formalmente agregado à instituição, seja por conta de um título patrimonial ou pela adesão a um programa de torcedor. Nosso atual sistema, no entanto, despreza os corinthianos do interior paulista e de outros Estados. Como afirmar que este é o “clube mais brasileiro” se nos conformamos em abrigar uma pequena elite, preponderantemente paulistana, em nossas fileiras? Até mesmo como estratégia de marketing, o Corinthians precisa alargar seus horizontes e encontrar meios de associar o maior número possível de torcedores, recebendo mensalmente suas contribuições e, em contrapartida, oferecendo-lhes acessos, informação selecionada, descontos em produtos e outras facilidades.

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4. Política de voz e voto – Todo associado deve ter respeitado seu legítimo direito de opinar sobre os destinos do clube, de modo que propugnamos a constituição de um fórum permanente de ideias e sugestões, com encontros pontuais e interface de comunicação virtual. Além disso, deve ter garantido seu direito a voto nas eleições para a formação do conselho e da diretoria. Isso quer dizer que consideramos fundamental que o torcedor, alma viva do Timão, tenha assegurado seu direito de co-gerir a instituição, dentro das normas estatutárias internas e das condições estabelecidas pelas leis em vigor.

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5. Fusão de instrumentos associativos – Urge, desde já, a extensão de direitos de participação aos detentores de quotas do programa de sócio-torcedor hoje vigente. Já é norma, em muitos clubes, que esses agregados tenham direito a voto nas eleições do clube. Por respeito à isonomia, é necessário que a qualificação como sócio patrimonial garanta ao corinthiano acesso facilitado à aquisição de ingressos.
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6. Interiorização do clube – Faz-se fundamental a constituição de uma política de expansão do clube, com sedes em regiões marcadas pela aglutinação de adeptos. Londrina, Uberlândia, Campo Grande, Goiânia e Recife, entre outras cidades, merecem, em tempo breve, contar com extensões físicas do clube do povo.

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7. Justa devolução à sociedade – As sedes atualmente existentes e outras que vierem a ser construídas, devem honrar o compromisso dos fundadores. O Corinthians é grande demais para se limitar ao esporte. Seus redutos devem, desde sempre, figurar como opções de lazer e entretenimento comunitário. Também é fundamental que sirva como polo educativo para as populações locais. Deve ser, como sonhado pelos brasileiros do Bom Retiro, um lugar de aprendizado permanente, oferecendo cursos e organizando palestras e debates sobre os mais diversos temas.

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8. Valorização de nossos recursos humanos – Desde já, é preciso transformar em craques os milhares de pequenos corinthianos e corinthianas que se destacam nos mais diferentes esportes. Nossas divisões de base, no futebol e outras modalidades, devem receber atenção especial. Esse processo de recrutamento e seleção deve abranger as sedes regionais, citadas na proposta 6, de forma a se aproveitar de maneira integral a oferta de jovens talentos. Propomos a implantação do projeto “Corinthiano do Futuro”, destinado a oferecer assistência de saúde e educação integral aos jovens das divisões de base. Esses valores devem ser contratados pelo SCCP e, assim, protegidos da ação funesta de agenciadores e empresários.

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9. Criação da Universidade Corinthians – Constituição de uma instituição com foco em ensino superior, pesquisa e serviços comunitários. Os cursos, inclusive os de pós-graduação, devem valer-se das peculiaridades do clube, oferecendo aos alunos experiências práticas na rica diversidade do universo corinthiano. Cursos de Medicina Esportiva, Fisioterapia, Psicologia, Nutrição, Ciências Sociais, Comunicação e Administração Esportiva devem receber especial ênfase na universidade. Atletas profissionais, atletas da base e associados devem ter acesso facilitado às atividades da instituição, de forma especial às jornadas de extensão. Haverá parcela mínima de portadores de deficiência e indivíduos economicamente desfavorecidos nos cursos de graduação, extensão e especialização.

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10. Formação de um Corinthians forte e vencedor – Obviamente, essas ações devem compor um cenário de fortalecimento das finanças e da imagem da instituição, o que resultará num aprimoramento das equipes. Um Corinthians de gente engajada e responsável será mais forte, terá receitas que superarão largamente as despesas, contará com atletas de ponta e será vencedor nas principais competições esportivas, seja no futebol, no futsal, na natação, no basquete, no handebol e em outras modalidades. É preciso que os dirigentes do Corinthians saibam que o “business” é, sim, importante, mas nunca como finalidade. Bons negócios e empreendimentos, em nosso caso, são “meio”. O principal objetivo do gestor corinthiano será proporcionar satisfação ao torcedor. Antes de uma transferência lucrativa, preferimos o título. Antes do sucesso do agente de atletas, desejamos equipes competitivas, capazes de honrar nossa tradição vitoriosa. Antes do acordo entre negociantes, buscamos mais uma glória do campeão dos campeões.

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*A chapa “Bataglia Corinthians” não concorre oficialmente nas eleições corinthianas de 2012. No entanto, não deixa de oferecer, de forma legítima, uma alternativa ao modelo tradicional de gestão do futebol.

Algumas dessas ideias foram colhidas de modo informal em conversas com o atleta Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira (1954-2011), um dos líderes da Democracia Corinthiana. Ele é, portanto, nosso candidato à presidência do SCCP.

Incluímos também propostas colhidas entre outros artífices da DC, como o atleta Wladimir Rodrigues dos Santos. Outras reivindicações surgiram da manifestação dos torcedores, organizados ou desorganizados, que seguem o Corinthians, no Pacaembu e em outras praças esportivas do país.

Consideramos que o mundo mudou e com ele o conceito de gestão e sucesso. No futebol destes novos tempos, não haverá mais espaço para oportunismos, farisaísmos e esquemas predatórios, destinados a beneficiar cartolas e grupos corporativos que vampirizam a comunidade de torcedores.

O Corinthians deve ser palco do melhor da vida, nunca uma vitrine para especuladores e oportunistas.

Valorizamos nossa história, valorizamos nosso rico capital humano, valorizamos a construção compartilhada do conhecimento, valorizamos o engajamento individual, valorizamos a comunhão, valorizamos a democracia, valorizamos a sustentabilidade econômica, social e ambiental de todos os projetos associados ao esporte.

Vai, Corinthians! Seja o que você é! Não pare, você também, de lutar!”



Eleições no Corinthians — Parte II
fevereiro 9, 2012, 7:10 pm
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O texto a seguir é de Juca Kfouri e foi publicado na coluna dele de hoje na Folha de São Paulo. Estranhamente, como bem lembrou o blogueiro Silvinho, do Blog do Silvinho, a matéria não foi reproduzida em determinados blogues, como é comum acontecer.

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“Na boca da urna

Um pequeno colégio eleitoral decidirá quem governará o mais popular time de São Paulo

CAMPEÃO BRASILEIRO, em fase avançada da construção de seu estádio, agora com um moderno centro de treinamentos e de recuperação, maior faturamento entre os clubes brasileiros, dívida consolidada e menor que o faturamento anual, reeleição proibida pelo novo estatuto, o Corinthians terá novo presidente neste sábado.

Se a alguém parecer que o parágrafo acima é propaganda da chapa de situação, se engana redondamente. Mas poderia mesmo ser, embora não passe da verdade dos fatos.

Como se chegou a isso é uma outra conversa entre os que acham que só importam os fins, e os meios que se danem, e entre os que pensam o inverso.

Mas ainda é fato que a chance da oposição (repleta também de pessoas de ficha suja), cuja plataforma pouco acrescenta à potência instalada neste Corinthians atual, se resume a uma eleição de participação ridícula na casa de, no máximo, 4.000 dos 11.500 associados com direito a voto. Fosse feita com a participação do torcedor corintiano, e a vitória da situação seria esmagadora.

Só que, em 1984, deu-se o mesmo. A massa estava com a Democracia Corinthiana, mas a eleição redundou na vitória de um cartola em vias de ser embalsamado.

Não que seja essa a condição do afável empresário Paulo Garcia, herdeiro da Kalunga, esclareça-se enfaticamente.

Pela situação, o comedido delegado Mario Gobbi, que prometeu dedicação exclusiva ao clube e que tem como seu vice o economista Luis Paulo Rosenberg, um dos maiores responsáveis, senão o maior, pelo ótimo momento alvinegro.

Que não caminhou para dar voz ao corintiano das ruas, aquele que não está nem aí para as piscinas, quadras de tênis, bocha, salão de festas e restaurantes, mas canta e chora com o futebol.

Sim, porque é possível que entre os eleitores haja torcedores de outros clubes que moram perto do Parque São Jorge.

Mas este colunista não pode reclamar. Porque sócio benemérito desde os tempos da Democracia Corinthiana, quando votou e perdeu, nunca mais apareceu, como não votará agora, para continuar apenas fiscalizando, sem problemas de consciência. O que é tido como inaceitável por muita gente boa. Paciência! Como diria Vicente Matheus, que Andres Sanchez, o presidente que vai embora vitorioso faz lembrar muitas vezes, ‘quem sai na chuva é para se queimar’.”

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Nota do blogue: E não é que o texto é quase irretocável? Exceto pelo “comedido Mário Gobbi”, que pode (ou não) ter sido uma ironia. Se não foi, eis o primeiro erro. O próprio candidato da situação se diz destemperado (sic).

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Além disso, fosse o texto meu, teria um parênteses ali pelo terceiro parágrafo para enfatizar que, em minha opinião, os fins não justificam os meios. Também é provável que além de citar o que jornalista citou sobre Luis Paulo Rosenberg, vice na chapa de Mário Gobbi, eu enfatizasse o fato de que Rosenberg, que participou do plano Collor no passado, não está em posição de lidar com transações financeiras no momento, posto que é um dos responsáveis pelo rombo no banco Panamericano. De resto, Juca foi fiel ao retratar a realidade do Sport Club Corinthians Paulista hoje.

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Sobre o pleito, depois de acompanhar de perto o processo e de muito refletir sobre a situação política do clube, entendo que não há nesta eleição um voto que não seja culpado. Não há motivo para festa e exaltação ao se optar por um candidato. Resta torcer e trabalhar para que, num futuro próximo, uma terceira via venha a se insurgir contra  essa cultura “dualibiana” que ainda impera e existe, a despeito das tentativas de ocultação dos fatos, em ambos os lados e em todos os cantos do Parque São Jorge.